Archive for maio, 2010

Lição do dia

“Dê sempre prioridade ao bonzinho.”

Depois de dispensar o bonzinho-fofo-date-gostosinho pra sair com o cachorro-que-nunca-aparece-mas-me-deixa-na-vontade e levar o bolo do tal do cachorro, aprendi que os bonzinhos devem ter prioridade naqueles dias que você recebe dois convites.

Agora fica aí chupando o dedo, besta!

Só quis compartilhar.

Por Fifi.

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Calcinha na América do Sul – Cobertura Especial

Garotas do meu Brasil!

Animem as piriquitas, pois a Lelé estará durante as 2 próximas semanas visitando terrinhas que prometem: Chile e Argentina.

Minha missão para o blog? Fazer testes e descobrir qualéqueé a desses hermanos e definir qual o melhor destino para uma boa pegada. Pensei nos seguintes itens para avaliação:

  • Beleza
  • Approach (com análise super rigorosa dos xavecos)
  • Sensualidade
  • Pós-venda

Sugestões e mais sugestões nos comments, por favor! E me aguardem pq farei uma surpresinha tb…uhul!

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Nós gostamos de futebol

(…) “Complemento do post da Fifi.”

Em época de Copa do Mundo, muitas propagandas relacionadas à futebol aparecem na TV.

Ao contrário das propagandas de cerveja, as de futebol geralmente têm seu humor e gosto.

Esta é a propaganda de futebol, com roteiro de propaganda de cerveja -só que para mulheres.

Sim ! Adoro futebol!

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O que é, o que é?

Como eu disse, no meu último post, certos apetrechos de Sex Shop são indecifráveis até serem explicados ou testados.

Recebi este vídeo de uma conhecida, que mora na Asia e compartilho com vocês por ter achado algo bem bizarro.

Sabe, até uma das últimas cenas do vídeo eu achava que era um brinquedo infantil ! Que inocência a minha, não?

Lanço o desafio pra você adivinhar pra que serve este ovo. Mas você tem que adivinhar  até os 29 segundos do filme. Se não, não vale.

Tá bom vai, se não adivinhar até os 29 segundos, tente adivinhar com a dica dada dos 30´´ aos 39´´mas dê o seu palpite até os 39 segundos, pq nos 40´´ a resposta é dada.

Só digo uma coisa… nada substitui a realidade.

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Tosqueiras futebolísticas

Pensei em alguns temas atrativos e relembrei algumas histórias interessantes para contar a vocês, mas nada me despertou vontade de escrever. Foi então que decidi: escreverei um post tosco. Sim, porque não tô na pegada de escrever coisas supostamente inteligentes – no meu julgamento, claro.

 “AAAiii, mas quem TEM que se mostrar inteligente já mostra que não é”. Jura?! Então não me leia, leia o blog da Maitê Proença (quando a Cocó me ler maltratando nossos leitores assim vai ficar lôca!) que adooora esse tipo de discurso baratinho. Toda mulher sabe que provar sua inteligência faz parte do nosso cotidiano, não porque não temos segurança na nossa capacidade, mas porque é muito fácil sermos subjulgadas. Cansa, não cansa?!

Mas isso não é um teste pro papel principal da próxima novela da Televisa. Menos lágrimas e unhas postiças, mais caracteres e parágrafos: ao post tosco!

Copa do mundo chegando e voltam à tona as máximas femininas sobre as coxas dos jogadores, o favoritismo italiano e o momento da troca das camisas. Pensando no sucesso dos approaches durante os jogos, aqui vão alguns conselhos para expandir seus horizontes “futebolísticos”:

  1. Por mais que seja impossível controlar, eu sei porque sou mulher (ah vá!), homem acredita fortemente que dá zica gritar “Gol!” antes do gol acontecer. Evite, pega mal.
  2. Aproveite a ambiguidade de palavras como bola, pelada, marcação, ataque, golaço, bom de bola, aquecimento, preliminares e troféu.
  3. Se sua voz é estridente, contenha-se nas manifestações.
  4. Se faça de tonta e peça explicações sobre o que é impedimento, quem são os outros times da nossa chave e o que ele acha sobre a substituição que o Dunga fez. DEPOIS da partida, nada de puxar papinho no meio do jogo.
  5. Dá-lhe amendoim no meio da cerveja, nega! Rsrs!

E põe tosco nisso!

Beijo.

Por Fifi.

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Ajuda ginecológica

Meninas,

Preciso de uma ajudinha ginecológica. 

Semana passada fui fazer uma visita na minha ginecologista, como faço sempre de 6 em 6 meses…
Eu já estava meio de saco cheio dela…
Depois de 40 minutos de espera, entrei na sala….

Eu: bom dia
Ela: bom dia. Consulta de rotina?
Eu: sim
Ela: pode tirar a roupa, o avental esta no banheiro”
 

Deito, ela faz o exame dos seios, depois o papanicolau..

Me visto, entro na sala e ela me passa o pedido dos exames de praxe… e tchau!!!

Blza, fui fazer a Colposcopia e o ultrasom transvaginal, estes sim são constrangedores e incômodos…..

Quando abrimos as pernocas para nossos namorados e afins, geralmente é uma pessoa que você gosta, tem intimidade, tesão, etc..

Mas quando abrimos as pernas para a ginecologista não é bem assim…

O ultrasom ela inseri um objeto fálico e movimenta ele pra cima, p/ baixo, p/ lado…. ahhhh horrível, incomodo, porém não constrangedor!!!!!

A Colposcopia  ela coloca um alargador na menina e além de tudo tem uma câmera e uma TV onde você pode assistir aquela invasão ao seu território mais intimo…. eu olhava aquela imagem na TV e me perguntava, como alguém escolhe uma profissão destas?… mas… ainda bem q tem gente que goste!!

A medica dos exames conversou comigo, perguntou coisas q um gineco deveria perguntar, logo me senti um pouco mais à-vontade!

Sai de lá pensando, “poxa vida o mínimo que a minha ginecologista poderia fazer por mim é bater um papo, perguntar da minha vida, se sou sexualmente ativa, dos parceiros, camisinha, coceira, dores, anticoncepcional…. etc… mas nada disto acontece!!!!, preciso mudar urgente!!!”

Sou carente?
To confundindo minha ginecologista com minha psicóloga ou minhas amigas?
É pedir muito p/ ela conversar comigo antes de mandar eu abrir as pernas?
Sou louca?

Bom, como puderam perceber estou bem insatisfeita com a minha gineco, a ajuda é o seguinte…

Se vocês gostam dos ginecos de vocês, se eles conversam ou fingem estar interessados na sua vida, favor me mandem o nome e telefone, ai eu ligo para ver se atendem meu convênio. 

Beijos a todas!!!!!!

Por Lulu

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Potinhos da Turquia – Marcelo Rubens Paiva

Estou de férias, portanto com preguiça de escrever. Mas para compensar muito bem, vou colocar aqui o último post do blog do Marcelo Rubens Paiva falando sobre dar no primeiro encontro. Divirtam-se!

Na primeira vez de um homem e uma mulher, que mal se conhecem e dividem por uma noite a maior das intimidades, seus corpos, em que se entregam e se consomem, há um final que é habitual:

O que aconteceu exatamente?

Então, se perguntam em segredo, na nostalgia precoce da despedida, com a porta do elevador aberta, se será que vai rolar novamente.

Como se conheceram?

Onde muitos se conhecem: numa festa de amigos em comum.

Ela chegou acompanhada por um garotão que faz sucesso com o mulherio do grupo. Linda.

Se olharam, se cumprimentaram e passaram muito tempo se examinando de longe.

Até acabarem o gelo, o sorvete, a seleção do IPod de um, e passarem do uísque para cerveja. Os que acordavam cedo foram embora. Como o garotão dela, depois definido como “apenas um amigo”.

De repente, estavam juntos num sofá, oferecendo carinhos discretos, descobrindo afinidades, coincidências.

Eram tantas, que não deu outra, trocaram os números de telefone, para continuarem aquela conversa com um grau de sobriedade aprovado em qualquer blitz do bafômetro.

Na verdade, ela já reparara nele em outras ocasiões. Em encontros em que ele estava sempre acompanhado por uma garotinha de minissaia que não parava de falar, com a metade da idade dele, definida como “periguete”, termo de que ele nunca ouvira falar.

Filha de um amigo, ele confessou. Foi um erro, um deslize.

Ela gostou da resposta. Se queixaram da hipocrisia dominante nos novos tempos.

Terminaram o papo imaginando se era possível haver 100% de honestidade numa relação de trabalho, amizade ou amorosa.

E imaginaram, gargalhando, as possibilidades de se dizer a verdade sempre. Como num quadro do Fantástico.

Haveria o dia em que um cara diria para uma mulher: Só quero te comer.

Ou que ela diria para o cara: Sorry, você até que é gato, mas não rolou química, e estou apaixonado por um restauranter especialista de comida mediterrânea.

Ou chegaria alguém para reclamar ao chefe: Olha, eu até poderia enganá-lo e afirmar que a concorrência quer me contratar pagando o dobro, mas será que não rola um aumentinho?

Foi no dia seguinte em que ele torpedeou confessando que adorou o encontro. E ela respondeu de imediato dizendo que era mútuo. Ele perguntou então quando poderiam repetir, tomar um café, que é o código que se usa para encontros que sabe-se lá como terminam. E ela devolveu perguntando quando ele podia. Ele nem titubeou e disse que no dia seguinte. E logo se arrependeu, pois sabe que, nunca corte, a ansiedade é um veneno sem antídoto para o começo de uma história. Mas ela não podia, e perguntou se não poderia ser naquela mesma noite, em que ela estava livre. Ele enfim respondeu claro que sim. Sugeriu o café ao lado da casa dele. Ou na própria casa dele. Deu o nome da rua, para saber se ela teria como ir até lá. A resposta demorou. Deve estar refletindo, pensou, no convite ousado, sem rodeios. Será que fui rápido demais? Ou está no outro lado da cidade. Bem, fui honesto. Ela demorou, mas respondeu que morava na mesma rua, a uma quadra dele, e que levaria um tempinho para se arrumar e um jantar.

Eles tinham poucos minutos. Ótimo, pois não deu tempo para se perguntarem se faziam a coisa certa, já que praticamente se conheceram mesmo na noite anterior.

Ela chegou logo depois carregando uma informal sacola de feira, com uma deliciosa baguete para fora, comidinhas e um vinho.

Riram da coincidência. Tinham a mesma farmácia, banco, café na esquina, feira, e nunca se encontraram pelo bairro.

Ele colocou Curtis Mayfield. Sem pestanejar. Achou que era quem combinava com aquela noite.

Ela serviu a mesa. Pão, queijos, vinho, morangos, geleias, água de coco…

Existe algo mais propício?

Meia hora depois estavam agarrados na sala. Minutos depois ele a levou para conhecer o apartamento. Segundos depois ele estava na cama. Ela subiu em cima dele. Ele levantou o vestido dela. Estava sem calcinha. Sem sutiã. Com uma camisinha na mão.

A afinidade no papo era a mesma do ato. Como se conhecessem há anos. Descobriram rápido do que o outro gostava. E como gozava.

Se deliciaram sem culpa. Se deram na primeira noite. E daí?

Entraram pela madrugada na cozinha, já vestidos.

Ela enfiou a sobra de queijos e geleias na geladeira dele.

E mataram o vinho.

Lavaram a pouca louça.

Deram um tapa na pia.

Falaram do passado amoroso de cada um.

Um rápido resumo do presente afetivo.

Então, ela disse, enxugando as mãos num pano de pratos:

“Já que a honestidade é a marca do nosso encontro, queria dizer que estes potinhos são da Turquia, gosto muito deles. Posso deixá-los aqui. Mas a gente vai se ver de novo?”

Ele abriu o armário da cozinha, para guardar as taças, e viu outros potes da Turquia, Grécia, uma xícara do México, outra do Peru, autêntica, pois estava escrito nela “Perú” com acento. E se lembrou de brincos de prata, pérolas e até um relógio esquecidos por outras, perdidos em gavetas pela casa. Sabia exatamente a quem pertenciam. Nunca foram devolvidos. Periguetes?

Riu e concluiu.

Sim, devolverei estes potinhos.

Haverá outro encontro, ele respondeu, despedindo-se na porta do elevador. Honestamente.

Blog Marcelo Rubens Paiva

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